Nem biscoito, nem bolacha: No dia do quitute, Minas Gerais celebra é com quitanda

Nem biscoito, nem bolacha: No dia do quitute, Minas Gerais celebra é com quitanda
Nesta quarta-feira (20) é celebrado o Dia do Biscoito e Minas Gerais é o paraíso para quem gosta do quitute. Tem casadinho, sequilho, medalhão... Ao lado de bolos e roscas, eles formam as nossas “quitandas”, delícias servidas com aquele cafezinho passado na hora.

Mas quais seriam os biscoitinhos mais icônicos de Minas Gerais? A pesquisadora gastronômica do Senac-MG, Vani Pedrosa, fez uma listinha a pedido do g1 para você que nunca provou ou que conhece e já está com água na boca.

Biscoito de polvilho
“O primeiro surgiu pela falta da farinha no estado. O biscoito de polvilho tradicional é feito com gordura, ovos, leite, sal e polvilho. É aquele crocante, que a gente encontra no pacotinho”, disse Vani.

Mas engana-se que só existe este tipo de biscoito de polvilho no estado.

“Cada região tem um método diferente de fazer. Tem aquele escaldado, mais firme, que leva goma e fermento. No Norte de Minas, tem um que é cozido e depois assado. Cresce menos, mas dá muita crocância. Tem o que leva queijo, mais macio e muito saboroso. E ainda o que leva muitos ovos, conhecido como ‘papa-ovo’”, contou Vani.

Amanteigados
Outras quitandas fundamentais para uma boa mesa mineira são os sequilhos, biscoitinhos amanteigados inspirados na culinária europeia.

“São inspirados nos petit fours franceses e nos amanteigados alemães. Se popularizarem principalmente no início do século passado, com a chegada dos europeus para a mecanização da mineração”, disse a pesquisadora.

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